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Relatos dos Bici Anjos que já ocorreram.

Relato do Bici Anjo do Írio, realizado pelo Miguel

É com muita alegria que venho relatar como foi o bici anjo com o Írio, meu amigo, depois de muito tempo do meu último bici anjo.
Depois de algumas remarcações e um pneu furado no dia marcado conseguimos fazer a banda hoje, o Írio já anda bastante de bicicleta por Porto Alegre (e Canoas antigamente) e muito ali na Bento mesmo, então ele já estava bastante sabido de muitas boas práticas.
Revisamos um pouco as coisas de senso comum (andar na mesma mão dos carros, ser visto, ocupar a faixa) e trocamos uma ideia pra sairmos, fizemos um caminho pela Bento até uma rua depois da 3ª perimetral, aí viramos em direção à Ipiranga, cruzando a Ipiranga e indo umas 2 quadras dentro do bairro Jardim Botânico ali, nesse trecho falamos sobre alguns cruzamentos e boas práticas na hora de trocar de faixa, sinalizar, lembrar do espaço da porta dos carros e afins, voltamos pela Barão e pegamos a Ipiranga de volta pra PUC e Bento, falando mais um pouco sobre faixas pra andar e sinalização de conversão.
Como eu esperava muito do que eu falei o Írio já sabia (e até já vivenciou, tipo a situação da porta do carro), ainda assim achei uma volta e troca de experiências agradáveis e produtivas, creio e espero que também tenha o ajudado a ficar ainda mais tranquilo no trânsito.
Acredito que tivemos êxito no geral, mas não seria muito difícil considerando a vontade de andar do Írio e a prévia experiência dele, isso não me impede de ficar contente com o resultado.
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Abraços a todos!
(Desculpem o tamanho da foto e a pouca luz, esquecemos de tirar no começo do passeio)
Miguel Grazziotin

Bici Anjo – Laura Carniel

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Laura mora próxima ao IAPI e trabalha na Sertório. Conversando, decidimos fazer nossa pedalada por ruas menores. De menos Fluxo. O que resultou num caminho levemente mais longo e com subidas a serem enfrentadas (mapa 1 – ida, mapa 2 – volta).
Começamos na Brasiliano Índio de Moraes, desmontando das bikes para poder atravessar pois é um ponto muito concorrido. Mais adiante passamos por uma verdadeira passagem secreta (Não mostra no google maps, mas mostra no street vew. Foto 1).
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Laura confessou estar muito sedentária e podemos comprovar isso mais adiante, já na subida para chegar a Fernando Abbott. Acontece! O preparo físico não aparece de uma hora pra outra. A parte mais tensa da rota acabamos fazendo a pé, empurrando as magrelas. A Rua Enês Bandeira, nessa rota, tem mais fluxo de carros e termina em uma rótula (foto 2).  Após a subida voltamos aos pedais e fechamos a rota de ida.

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Na volta, novamente uma subida, já na Rua da Várzea. Tocamos até onde Laura aguentou depois empurramos novamente nossas bicis, pela calçada, até a rótula da Enês Bandeira. Chegando na esquina da Av. Barão de Itaqui com a Ricalde Marques, deve-se prestar atenção ao trânsito e aos pedestres, pois se faz necessário usar as faixas de pedestres e calçada, já que é proibido dobrar a esquerda (foto 3).

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Outra informação que pode escapar ao ciclista é o desvio que deve ser feito pela rua Sorocaba para chegar ao IAPI (foto 4). É necessário estar atento! Nós, por exemplo, descobrimos depois de entrar na contramão. Acontece… Mas estejam atentos!

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Chegando a Rua Toroquá no IAPI, é praticamente uma reta até o ponto final (Mapa 2).
Fiquei de pesquisar caminhos, ainda por vias menos transitadas, que tivessem menos ladeiras a serem vencidas. Mas a questão do preparo físico deve ser um oponente a ser enfrentado por Laura todo dia. E vencido, é claro, depois de um certo tempo.

Forte abraço a todos.

Mauni volta 3 Mauni volta 3

Bici Anjo Carla – ESEF x Praia de Belas

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Carla Mora atrás da ESEF (Jardim Botânico) e quer começar a ir de bicicleta para o trabalho, no fórum (Praia de Belas).

De acordo com o que conversamos antes de nos encontrar, o caminho de ida de volta seria feito pela Av. Ipiranga. Carla já vinha fazendo algumas pedaladas mas não se via conseguindo fazer todos o percurso para o trabalho. Deixei-a mais tranquila explicando que o ritmo da pedalada seria ditado por ela, eu acompanharia atrás, pois seria a única forma de eu poder cuidar como ela pedala. Na pior das hipóteses, ela ligaria para o marido ir resgatá-las (ela e a bici).

Mauni volta 3
E começamos. Nos encontramos na Ipiranga, num posto próximo ao Bourbon e ali iniciamos a pedalada (mapa 1). A Ipiranga toda praticamente só tem uma coisa a ser cuidada: Carros convertendo na tua frente. É difícil para o ciclista ocupar a faixa toda na Ipiranga pois o fluxo de carros é muito forte. Para o ciclista que fica a meio carro do meio fio só resta estar atento a cada esquina e se preparar pra usar bastante o braço esquerdo. Uma tarefa não muito fácil pra Carla, que é canhota.

Na Érico Veríssimo (mapa 1) decidimos pegar a ciclovia. Chegando a Borges, demos por encerrada a ida e Carla não estava nem ofegante.
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Voltamos (mapa 2) e no caminho pudemos experimentar várias situações que já havíamos previsto:
– pessoas fominhas tomando as duas mãos da ciclovia;
– posicionamento em sinais fechados;
– Carros passando muito próximo e buzinando;
– carros estacionados abrindo a porta.

Nos saímos bem!

foto 1
Pegando a La Plata temos algumas subidas (foto1). Primeiro no inicio da Rua, depois lá na Guilherme Alves. Aos mais cansados, nesse ponto, existe a opção de ir pela calçada na Felizardo Furtado (Mapa 2), sempre cuidando para não incomodar algum pedestre.
Chegamos e Carla ficou super feliz!
Ela não acreditava ser possível fazer o percurso, foi lá e fez.
gl → pt
Mountain Anjo Carla – ESEF x Praia de Belas

Bici Anjo com a Simone em 14/7/13

O Bici Anjo de hoje foi um “Bici Chuva”. Apesar de pegarmos muita água em todo o trajeto foi bem divertido e certamente ajudou a que tenhamos uma pessoa mais preparada e segura para pedalar na cidade.

A Simone nos procurou pois comprou uma bicicleta recentemente e fazia tempo que não pedalava, dizendo que pretende utilizá-la como transporte para pequenos trajetos, mas tem medo de pegar as grandes vias, bem como gostaria de dicas do que precisaria de equipamentos de segurança.

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Relato sobre o Bici Anjo da Mauni (realizado pelo Patrick)

Relato sobre o Bici Anjo da Mauni (realizado pelo Patrick):

Realizada mais uma bicianjada! Mauni mora na Av. Silva Só e trabalha no Jornal do Comércio. Já vinha praticando suas pedaladas, mas nos pediu ajuda para se sentir mais segura.

A bicicleta de Mauni é uma dessas dobráveis e de pneu pequeno. Possuía já um bom equipamento de segurança: Capacete, espelho retrovisor, luzes dianteiras e traseiras, refletores nas rodas e para-lamas e luvas. O caminho, que ela já vinha fazendo, não chega a ser desafiador mas possui intervalos um pouco tensos para quem não consegue desenvolver uma certa velocidade (Mapas 1 e 2).
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Bici Anjo com o Douglas em 29/06/13

No dia 29/06/13 atendemos mais um pedido de Bici Anjo. O Douglas está pedalando para o trabalho desde novembro do ano passado, ele trabalha na zona sul e percorre cerca de 15 km por trecho.

Apesar de se sentir confiante e à vontade do trânsito, o Douglas pediu um Bici Anjo para saber se ele está se portando no trânsito de forma adequada e para saber mais dicas. Continuar lendo

Bici Anjo com o Léo em 16/06/13

No dia 16/06 foi realizado mais um Bici Anjo. O nosso aluno,  Léo, estuda na UFRGS (campus do centro) e informou que sempre utiliza a bicicleta para ir até as aulas, mas que em função do trânsito intenso da Osvaldo Aranha vem usando o corredor de ônibus e teme que quando as obras da Copa terminarem será mais complicado para pedalar.

Optamos por ir até o  Campus do Vale da UFRGS, pois o Léo também tem aulas lá e nunca havia ido pedalando, motivado pelo trânsito da Bento Gonçalves  ser mais intenso e com velocidade mais alta do que o caminho que realiza atualmente até o centro.

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